Archive for the ‘ Comunicação ’ Category

Como a mídia manipula a opinião pública para manter sua ditadura

#ConexoesGlobais

Uma breve história do software livre

Um vídeo postado no You Tube mostra, através de animações, o surgimento da ideia de criação dos softwares livres. (créditos no final do vídeo)

Sistema de Transmissão de Vídeo Através da Rede Elétrica

Esse post foi extraído de eletronica.org. É de 2005, mas o tema é importante para a questão da democratização dos meios de comunicação.

Trabalho final de curso dos alunos Alexandre Abreu e Nuno Roma, do Instituto Superior Técnico, de Portugal.


Sumário:

“Neste trabalho foi projectado e implementado um sistema de codificação e descodificação de vídeo que segue a norma H.263, a ser utilizado num sistema de transmissão de vídeo através da rede eléctrica. Os módulos implementados foram baseados nos processadores digitais de sinal (DSPs) do tipo TMS320C50 da Texas Instruments, conseguindo-se obter taxas de codificação entre 6 e 14 imagens por segundo.

Foram ainda desenvolvidos dois co-processadores de DMA baseados em circuitos reconfiguráveis (FPGAs), que efectuam a transferência dos dados correspondentes aos pixels das imagens entre os DSPs e o codificador e descodificador dos formatos de vídeo PAL/NTSC.

Por fim, foram implementados circuitos de codificação e descodificação de fonte, baseados no algoritmode Viterbi, com vista à protecção dos dados contra erros de transmissão pelo canal de comunicação utilizado.”

O documento, em formato PDF, com todo o trabalho (323 páginas) pode ser encontrado aqui.

Aqui tem outro estudo:  Processadores Dedicados para Estimação de Movimento em Sequências de Vídeo

Comunicação alternativa aos meios tradicionais

Por Marcelo Pimenta e Silva

Uma das principais justificativas para o surgimento das rádios comunitárias é o desejo de combater a manipulação das notícias divulgadas pelas grandes empresas de comunicação e apresentar um outro lado das minorias sociais. Esse “outro lado da moeda” desenvolveu-se com profusão nas últimas três décadas, levando, na maioria dos casos, informações de grupos e comunidades que quando aparecem no discurso jornalístico sofrem uma profunda descaracterização de sua realidade e objetivos. Essa espécie de comunicação fora dos grandes núcleos comerciais estabelece um conceito de mídia alternativa, ou independente, que hoje é cada vez mais amplo e exige uma profunda análise e estudo do seu caráter de promotor de informação ao público. A importância de observar o público a que são direcionadas tais propostas é importante para uma observação mais completa, pois na maioria dos casos esses veículos de comunicação são de ordem segmentada e atendem uma demanda social. Ou seja, surgem com um propósito, seja comunitário, religioso ou até político.

Atualmente, dentro da ideia de comunicação alternativa, existe uma gama de meios que diferem em seu formato, mas que têm como objetivo comum serem uma alternativa aos meios tradicionais. Podem ser citados os sites pessoais, os blogs; os jornais de circulação pequena; os fanzines; as rádios e TVs comunitárias; chegando até mesmo a propostas como o grafite em metrôs e muros, por exemplo.

Alcance e potência

Com mais de uma década de aprovação da Lei 9.612/98 – que regulamenta a radiodifusão comunitária –, a fiscalização dos órgãos de justiça segue muitas vezes sendo realizada de forma arbitrária, coibindo a utilização das rádios pelas comunidades. Contudo, a cada ano que passa, essas mesmas comunidades apoiam maciçamente seus instrumentos de comunicação de base e natureza social. Enfrentam fiscais e policiais, na tentativa de evitar apreensões de equipamentos, fechamento de rádios e prisões sem mandato, além de auxiliarem no funcionamento destes espaços considerados como “a comunicação dos excluídos”.

Mesmo com tal motivação para lutar pelo direito de terem legalizadas as rádios comunitárias, ainda são diversos os percalços e problemas enfrentados pelas emissoras. A burocracia para que seja concluído o processo de legalização é o principal fator. Uma das causas para essa demora é que há uma enorme demanda por espaço, visto que o espectro radioelétrico nacional está saturado, o que justificaria a ressalva dos órgãos oficiais em conceder as licenças. Conforme dados de 2000, em todo país havia 9.521 pedidos, sendo que apenas 917 passaram do MiniCom para o Congresso.

Os entraves continuam no sentido de que a lei de radiodifusão comunitária (Lei 9.612/98) restringe a operacionalidade, bem como “sustenta” o caráter criminoso às rádios comunitárias. Primeiro, porque determina que uma rádio comunitária deve representar legalmente uma iniciativa formada por uma comunidade sem fins financeiros, coibindo assim anunciantes. Sem propaganda, como as rádios comerciais, as emissoras devem operar com ajuda da comunidade, ou através de apoio cultural. O sentido dessa publicidade é o mesmo das emissoras legais, mas para fins legais deve ser difundida como um “auxílio” de uma empresa ou anunciante para incentivo da proposta cultural da emissora. A emissora comunitária que vender espaços em sua grade é fechada. Contudo, os principais motivos que levam ao fechamento das rádios se dão nos quesitos de alcance e potência.

Conforme a Lei, a antena transmissora de uma rádio comunitária não deve ultrapassar de 30 metros de altura. O raio de alcance no espectro eletromagnético deve ser igual ou inferior a mil metros, a partir da antena. A área de cobertura é de apenas 1 km de raio, o que reduz o conceito de comunidade a aspectos meramente físicos, tudo isso porque restringe o alcance da emissora a um espaço inexpressivo, além de excluir as comunidades rurais ao serviço. Os transmissores devem funcionar com 25 watts. Também só podem operar em uma frequência estabelecida em cada cidade. Mesmo contendo todos esses quesitos devem aguardar a concessão do Ministério das Comunicações.

Imagem criminosa

Por conta de todas essas exigências, existem inúmeras rádios que esperam pela concessão do direito de funcionar. A burocracia resulta na lentidão da aprovação pelo Ministério, que coloca a Anatel como principal entrave, quando o órgão fiscaliza as emissoras comunitárias. Outra dificuldade se encontra na proibição de operar em rede, o que impede que micro-comunidades artificialmente limitadas a 1 km de raio possam buscar articulações e se comunicar, como uma comunidade real, com outras comunidades, bem como divulgar seus interesses, necessidades e reivindicações, como também realizar intercâmbio de informações diversas.

A coibição ao funcionamento das rádios comunitárias ainda é vista como um atentado à democracia e o acesso irrestrito à informação. Os agentes da Polícia Federal compreendem ações de combate ao crime, quando requisitados pela Anatel, órgão que fiscaliza as rádios comunitárias. São apreendidos equipamentos e até prisões são determinadas, gerando situações que determinam ainda mais a aparência de atividade criminosa para as rádios.

Conforme o professor e coordenador do informativo eletrônico Sete Pontos, Adilson Cabral, a Lei 9.612/98 e o Decreto 2625/98 precisam ser alterados para que as rádios alcancem seu funcionamento prático, se não os atores envolvidos com comunicação comunitária continuarão a esgarçar os limites legais para conquistar seus objetivos.

Muito da imagem criminosa ligada às rádios comunitárias é pelo serviço às empresas de pequeno porte, que não têm capital para investir em empresas de radiodifusão maiores. Esse serviço – onde as empresas ajudam à comunidade de alguma maneira, em troca de divulgação – é visto pelas rádios comerciais como um mercado concorrente. Logicamente, as rádios de grande porte se sentem lesadas por perderem clientes que “deveriam” comprar seus serviços de radiodifusão comercial, além do receio de perder audiência da comunidade onde as rádios comunitárias estão localizadas.

Instrumentos de inclusão social

Há também o outro lado da moeda: conforme estudos realizados por Venício A. de Lima e Cristiano Aguiar Lopes, no livro Rádios comunitárias – coronelismo eletrônico de novo tipo, existem mais de duas mil rádios autorizadas pelo Ministério das Comunicações que funcionam como instrumento de “barganha política”, o que denota a prática de coronelismo eletrônico [Lima, Venício A., Lopes, Cristiano Aguiar, Rádios comunitárias – coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004), pesquisa divulgada como artigo no site www.observatorio.ultimosegundo.ig.com.br]. Os autores apontam que cinco estados do país (Santa Catarina, Espírito Santo, Tocantins, Alagoas e Amazônia) apresentam o maior índice de rádios envolvidas com políticos. Essa prática de se apossar dos meios de comunicação comunitários a fim de aumentar seu carisma e poder diante do povo de uma determinada região acaba deturpando o conceito de rádios comunitárias.

As rádios comunitárias ganharam cada vez mais espaço nestas últimas décadas pela facilidade de acesso à tecnologia e por oferecer informação e espaço a um público que não se vê representado em emissoras comerciais. Ao contrário, numa emissora comunitária os atores sociais têm acesso aos colaboradores da rádio, podem até mesmo interagir com maior facilidade, além de que para o comércio de uma comunidade fica mais viável colocar seu anúncio ali do que numa emissora de maior porte. Esse fator, o econômico, talvez auxilie na estigmatização das rádios comunitárias como “organizações criminosas”.

Essa perseguição e a burocracia para o funcionamento de uma rádio comunitária, bem como o uso destes meios alternativos para fins políticos, podem até resultar numa imagem negativa para as emissoras, porém é vital a existência deste tipo de comunicação para o funcionamento da democracia no Brasil.

As rádios comunitárias, atualmente, podem ser declaradas como instrumentos de inclusão social. Além disso, a comunicação exercida por estes veículos comunitários funciona como integradora social. Portanto, o tema deve ser cada vez mais debatido e até mesmo pesquisado, para que os processos de legalização sejam mais rápidos, como também a própria legalização destas rádios acabe com a imagem preconceituosa que ainda existe para quem desenvolve tal comunicação alternativa no Brasil.

Referências bibliográficas

LIMA, Venício A., LOPES, Cristiano Aguiar, “Rádios comunitárias – coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004)”. Artigo disponível no site do Observatório da Imprensa.

SABEDRA, Emerson, SILVA, Marcelo Pimenta e. “Rádios Comunitárias: mídia alternativa como democratizadora da informação”. Revista Facos – Curso de Comunicação Social da Urcamp. V1, n° 1, junho de 2009, Urcamp, Bagé, 2009.

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[Marcelo Pimenta e Silva é jornalista, Bagé, RS]

Texto extraído da edição 647 do Observatório da Imprensa

Blogueir@s progressistas (re)unidos no #2BlogProg

O que fez com que mais de 300 pessoas, de diversas partes do Brasil e, inclusive, do país vizinho Peru, viajassem até Brasília para um encontro de blogueiros?

Que valor esse evento tão simples tem para nós, brasileiro(a)s, cidadãos e cidadãs, estudantes, trabalhadore(a)s, donas de casa, mães, pais, ativistas sociais, crianças, aposentado(a)s, pobres, ricos, e tantos outros perfis aqui não citados?

Por que mais de 30 mil internautas assistiram ao evento?

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Pode ser difícil e, talvez, até impossível avaliar-se a importância e o significado de certas iniciativas sociais no momento exato em que elas acontecem. Só com o tempo, e com a constatação dos desdobramentos estimulados por essas ações, será possível uma análise mais assertiva. Fica, então, a cargo do tempo e da história.

No entanto, se não posso definir com exatidão o significado deste encontro de blogueiros progressistas , que aconteceu entre os dias 17 e 19 de junho,(nem tenho tal pretensão) posso, ao menos, relatar alguns fatos que aconteceram no Centro de Eventos e Treinamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio da capital federal. (CNTC).

Não se contente apenas com o que você lerá a partir de agora nesse texto. Utilize as ferramentas de pesquisa da internet e procure por “Segundo Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas”. Certamente, você vai encontrar coisas muito interessantes escritas e gravadas em áudio e vídeo sobre esse evento que teve 349 *blogueir@s de 21 estados inscritos para discutir os desafios da blogosfera e a luta por um marco regulatório da comunicação.

Ah, e o mais interessante disso tudo: se você gostar do que encontrar e se identificar com o grupo, pode juntar-se a nós.

Ex-presidente Lula fala sobre papel da blogosfera na liberdade de expressão

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#Celebridades

Carlos Rafael Zamora Rodríguez

As pessoas mais importantes desse encontro eram blogueir@s, ciberativistas e simpatizantes das novas plataformas de comunicação interativa digital. Mas, também estiveram presentes, além do ex-presidente Lula, o ministro das comunicações Paulo Bernardo; o embaixador de Cuba no Brasil Carlos Rafael Zamora Rodríguez; a deputa Luiza Erundina, titular da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados; o professor Venício Lima , autor do livro recém-lançado “Regulação das comunicações” ; o jurista Fábio Konder Comparato, autor da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) no Supremo Tribunal Federal (STF) por falta de regulamentação de artigos da Constituição relacionados ao capítulo da Comunicação Social; o ex-ministro José Dirceu;  os deputados João Arruda, Brizola Neto e Paulo Pimenta, autor da PEC dos Jornalistas; Elvis Mori, coordenador da campanha em redes sociais do presidente eleito do Peru, Ollanta Humala e Renato Rabelo, dirigente partidário.

#Multicultural

Muitos pontos em comum uniram os participantes do #2BlogProg.  (#2BlogProg é uma hashtag. Uma forma de escrita para a internet que permite rastreamento de assuntos correlatos. Nesse caso, foi usada para agrupar assuntos do Segundo Encontro de Blogueiros Progressistas).

Longe de ser um encontro político-partidário, foi uma oportunidade de trocas de experiências para diversas origens de pensamentos e realidades sócio-culturais. Entre as tribos, vindas de 21 estados brasileiros, havia estudantes, jornalistas, médicos, advogados, sociólogos, sindicalistas, integrantes de movimentos sociais, ambientalistas e tantos outros ativistas que lutam por diversas causa sociais.

#Democratização

O que une toda essa gente – arrisco aqui a dizer – é a busca pela democratização dos meios de comunicação. São cidadãs e cidadãos que percebem na internet livre e universal uma ferramenta de apoio na luta contra a hegemonia dos grandes grupos de comunicação comercial do Brasil e do mundo, que exercem o chamado “quarto poder” para alavancar fortunas e intervir, egoística e autoritariamente, nos rumos da representatividade político-social de cidades, estados e nações.

Esses blogueiros brasileiros não se deixam contaminar e iludir pelo discurso do determinismo tecnológico. Sabem que são os pensamentos por trás das tecnologias que fazem a diferença, e que é necessário contextualizá-las. Sabem também que não são massas de manobras para governos ou empresas e que é importante ter em mente de que o que determinada os efeitos de uma tecnologia é a forma de utilização e não os “poderes mágicos” atribuídos a ela.

#PNBL

Nesse sentido, o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) também foi pauta recorrente durante o encontro. É quase unanimidade entre os participantes de que a expansão gratuita ou a preços populares da internet banda larga pode ampliar a participação do povo nas decisões do governo e nas conseqüentes políticas públicas.

Ministro Paulo Bernardo

Infelizmente, durante a participação da autoridade convidada para palestrar sobre os desafios da comunicação no governo Dilma Rousseff, o ministro Paulo Bernardo, não foi possível obter um esclarecimento satisfatório sobre o andamento do Plano.

O ministro afirmou que a intenção do governo Dilma é ampliar o acesso à internet no país. A previsão é de que no segundo semestre deste ano sejam oferecidos planos de um mega bit por 35 reais. Mas, para garantir uma distribuição regionalizada de serviço de banda larga no país é necessário um investimento de sete bilhões de reais. A presidenta Dilma, segundo o ministro, sinalizou com a possibilidade de fazer esse investimento em um prazo de sete anos.

#Encaminhamentos

A melhor forma de apresentar, aqui, os assuntos encaminhados pela plenária final do encontro é disponibilizar a carta dos blogueiros progressistas, resultante dos três dias de palestras, debates e votações. Clique aqui para ler.

#Homenagem

Enio, o blogueiro “absolutamente parcial”, foi escolhido pela comissão organizadora do evento para ser o homenageado. Também conhecido como “O PTrem”, ele é o maquinista do blog O PTrem das Treze. Iniciou essa atividade após o destino tê-lo colocado em uma cadeira de rodas. Teve o reconhecimento até de Lula e hoje é um grande exemplo, para nós, de superação e força de vontade. Parabéns Enio PTrem!

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*Nota: O símbolo “@” tem sido usado na internet como forma de integrar os gêneros na escrita.

2º Blogprog Nacional: Eu vou…

O 1º Encontro de Blogueir@s e Tuiteir@s do Rio grande do Sul (#BlogProgRS) estava tão bom que resolvi arrumar as malas e participar do 2º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas.

Então, dia 17/06 estarei tuitando de Brasília (amarela).

 

 

Programação do evento (extraído do blog do Miro)

Após inúmeros contatos, a comissão nacional de organização concluiu a programação do 2º Encontro Nacional. Ainda podem surgir novidades. Segundo o aguerrido Ênio Barroso, do blog PTrem das Treze, o ex-presidente Lula confirmou que estará presente ao evento. Mas, como informa Renato Rovai, da comissão nacional, ainda não foi formalizada a sua participação.

A comissão também decidiu abrir espaço para mesas autogestionadas no encontro. Os interessados devem apresentar propostas e serão responsáveis por organizar as atividades. As propostas de temas e nomes também devem ser enviadas para o endereço: contato@baraodeitarare.org.br. Pelo acertado até agora, o evento terá a seguinte programação – com os nomes já confirmados:

17 de junho, sexta-feira, às 19 horas

Palestra de abertura do ministro Paulo Bernardo sobre os desafios da comunicação na atualidade.

17 de junho, 21 horas

Festa de confraternização;

18 de junho, sábado, 9 horas

Debate: “A urgência do marco regulatório das comunicações”

– Fábio Konder Comparato – jurista, autor da ação na justiça (ADO) pela regulação da mídia;

– Luiza Erundina – deputada, coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão;

– Venício Lima – professor, autor do livro recém-lançado “Regulação das comunicações”;

18 de junho, às 14 horas

Mesas auto-gestionadas

(Propostas já apresentadas: os partidos e a luta pela democratização da mídia; as mulheres na blogosfera; o sindicalismo na era digital; a luta pela liberdade na rede; arte e humor na blogosfera; o papel das lan-houses);

18 de junho, às 18 horas

Palestra: “O papel da internet nas revoltas no mundo árabe”

– Almed Bahgat, um dos principais blogueiros de Egito;

19 de junho, às 9 horas

Reunião em grupo – troca de experiências, balanço do último período e plano de ação da blogosfera;

19 de junho, às 14 horas

Plenária final – aprovação do documento do 2º Encontro, plano de ação e organização e eleição da nova comissão nacional organizadora

Novos olhares sobre a mídia no #BlogProgRS

Com a bem-humorada manifestação chamada de *PIG Parade, os participantes do 1º Encontro de Blogueir@s e Tuiteir@s do Rio Grande do Sul (#BlogProgRS) encerraram o evento no Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre. As pessoas que passeavam no tradicional Brique da Redenção paravam, curiosas, para ver os desenhos dos porquinhos e saber do que se tratava.

*PIG (Partido da Imprensa Golpista) é uma expressão utilizada no universo dos blogueiros(as) e tuiteiros(as) progressistas para designar a velha imprensa brasileira, composta, principalmente, por poderosos grupos de comunicação que interferem na política do país contrariamente aos movimentos populares.

Dos três dias do encontro, que iniciou na sexta-feira, 27, e teve uma ampla programação de palestras, debates e oficinas, resultou uma carta de compromisso que foi discutida e aprovada no plenário da Câmara de Vereadores da capital gaúcha. Além disso, foram encaminhadas algumas proposições para serem discutidas no 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, que ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de junho, em Brasília.

Manifestação de blogueiros atrai a atenção no Parque Farroupilha. Fotos: Heverton Lacerda